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THE FREEDOM OF EXISTING

If you look at the world around you it’s pretty easy to feel gloom and depressed with the way things are going. Even in our little country, here in Europe, we are suffering with the push of those in the extreme right of the political sphere. As usual, what initially started as an attack on the immigrants, quickly changed to an attack on trans people. It’s simply baffling how much hate exists inside people and how righteous they feel expressing it online. Since this witch hunt started, for every post I see fighting for the most basic human rights, there’s thousands of people angry with the existence of those who are different, angry that schools even dare brush the fact homosexual families exist and the most heinous ideas about how they would never allow their kids to be like that. Well, guess what? It doesn’t matter whether Carlos allows his kids to be like this, in the end, they will always exist and the only difference is how they will feel about themselves. I can say this with t...
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A Melhor Representação de Religião

 Nas minhas férias, depois de muitas horas em Kingdom Come Deliverance e Dredge senti a necessidade de jogar algo mais linear, olhando para o meu backlog ouve um jogo em particular que me chamou a atenção sendo esse Ken Follets Pillars of The Earth. Na capa do jogo tinha um jovem como uma aparência fixe e cabelos vermelhos, pelo que assim que cliquei start esperava controlar logo essa figura. Isso acabou por não ser bem assim, pois antes de o ter em mãos deparei-me com um grande homem loiro, com a sua família nos bosques a procura de abrigo.  Essa primeira narrativa foi interessante, demonstrando a temática mais simples de point and click da jogatina, assim como o seu foco na história e no desenvolvimento dos personagens. Acabei por controlar uma versão mais jovem do rapaz ruivo, intercalado com mais personagens no decorrer da história como a filha de um nobre Aliena e o padre Philip. Não vou mentir controlar a criança desde a sua infância até a sua fase adulta foi realmente a...

O Passe Metropolitano é Incrível

Se olharmos pelo mundo vemos que cada vez mais caímos num buraco de negro de coisas negativas, o nosso próprio país está cheio de imensas revoltas e más ações do nosso governo. No entanto, gostava de gastar um pouco do meu latim a falar de uma das medidas que foi crescendo e tornando-se numa das melhores coisas que temos ao nosso dispor na atualidade. Que medida é essa perguntam vocês? Pois claro, a resposta não poderia ser outra se não a implementação do passe metropolitano.  Na minha família ninguém, pelo menos por agora, tem a carta de condução, pelo que durante a minha vida toda sempre usei os transportes públicos. Tirando alguns usos dos táxis de longe a longe, todas as nossas deslocações sempre foram feitas pelas camionetas da rodoviária e o metro de Lisboa. Isto acarretava uma mensalidade do passe para mim e as minhas irmãs, assim como os preços a vulto dos bilhetes do metro ou da Carris quando nos dirigíamos ao centro da grande metrópole. Como podem imaginar, já era um peso...

Queira Deus que nunca se extinga a caridade para que não venha a acabar-se a pobreza

O meu interesse pela leitura sempre esteve presente desde que comecei a ler os comics da Turma da Monica e do Tio Patinhas na minha infância. No entanto, ele foi pouco estimulado, na minha família são raras as pessoas que partilhem o meu gosto pela leitura. Se juntarmos o meu maior interesse por hobbies um pouco mais interativos como a televisão e os vídeo jogos, temos o resultado da ignorância da leitura durante a adolescência, pelo menos tudo o que não eram mangás e as maravilhosas fanfics criadas por fãs.  Felizmente, no último ano voltei a ganhar essa paixão graças ao meu adquirido interesse na franquia “Percy Jackson” que me levou a ler sete livros que simplesmente adorei imenso. Entre está renovada paixão comecei a pensar em que outras literaturas poderia explorar e acabei por me deparar com “Os Maias” de Eça de Queiroz, um livro que me aborrecia com as enormes descrições na escola. Esta experiência correu muito bem, pois ao contrário da pequena Katie, a versão adulta achou o...

Os Homens Gostam de Mulheres?

  Ultimamente tem estado presente um horrível sentimento de puro ódio contra minorias, mas um em particular que tem chamado particularmente a atenção este ano é o ódio contra personagens femininas, especialmente no que diz respeito as protagonistas de vídeo jogos. Sempre que vemos um anúncio de um jogo onde em vez do tradicional protagonista masculino e branco, temos uma mulher com as mais variáveis características, é despoletado um ódio enorme online. No fundo, o Online em si já representa o problema, basta olhar para o Twitter, a minha infeliz plataforma de eleição, para ver que todos os tópicos são controversos e geram drama.  No entanto, perante o anúncio dos jogos “The Witcher 4" e ”Intergalactic: The Heretic Prophet” estas questões existenciais sobre o estado do fandom de vídeo jogos voltaram a apoderar-se da minha mente. Trazendo uma questão bastante profunda, os homens gostam realmente de mulheres? Nem brinco verdadeiramente, claro que sei que muitos amam e são respeit...

Always One Step Behind

  It's been a while since I've thought about this little blog of mine, a long time since I've felt the urge to come back and share some of my dumb words with my sweet void. As usual, my life has been pretty hectic, with lots of new things and new experiences, all pretty exciting but at the same time all pretty demoralizing. As you probably know, I've always been a shy and quiet kid, my teens were spent in my room alone playing video games inside the closet. This made me lose a lot of the experience in life one should get in its teenage years, this never bothered me before but lately I'm starting to see some of the consequences.   It's starting to really bother me how little I know compared to my friends and as I get to finally experience the things I missed in my younger years, I noticed how frustrating it is to deal with a world that already knows double of what you know. Going out at night and drinking, getting into my first relationship all these things start...

I Watched Super Mario Bros

 After the disaster of John Wick, I adventured myself, now with a new group of friends, into another April big release. We went to see Super Mario Bros The Movie. Mario is a character that pretty much everyone from grandmas to little kids know. It's Nintendo biggest mascot and one of the most iconic game characters of all time.  Like I've shared in my text about Warioware, I've obviously heard about him and interacted with his games in some capacity before. But only this year have I really sit down to play the games and fully experience the classics.  Nonetheless I like the Mario Universe and I have always been head over hills for his way cuter brother Luigi. Peach has also been someone whose design I liked but always saw as a mere damsel in distress with little agency. Bowser you know Internet has made me see him kinda of as a kinky dude. Then you have Mario itself who I honestly never really cared about.  Going into this movie I was a bit apprehensive, some people ...